Mostrando postagens com marcador Vitrine Literaria. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vitrine Literaria. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de junho de 2025


Aos poucos estou retomando as leituras em minha corrida rotina, e esta foi a leitura da semana: Brava gente, um romance tipicamente gaucho, dos tempos da Farroupilha. Livro antigo, todos sabem que eu adoro consumir um sebo, mas estória leve e tocante, mostrando um pedaço triste porém glorioso de nossa história, como a la Érico Veríssimo, um pedaço lindo de nosso país, com rica e ainda desconhecida literatura da maioria dos brasileiros, onde devemos sim valorizar e reacender nosso amor à nossa Pátria e valorizar a rica cultura que temos, como muitos outros páises vivem em seu cotidiano o seu patriotismo. Fim triste porém a pura realidade vivenciada em tempos de guerras, poucos homens que morrem à luta, jovens senhoras à espera de um futuro marido, que nunca virá, doenças, miséria, saques e recursos escassos, mas nunca se perdendo no coração a esperança de dias futuros melhores!
É um livro raro, dificil de se encontrar na procura, tive a sorte de que eu chegasse até ele! Super recomendo!

bEIJINHOS DE LUZ!

kARINA aLDRIGHIS


 

domingo, 19 de outubro de 2014

Mais uma premiação! ;-)

Muito feliz em anunciar mais uma poesia de minha autoria premiada!
Meu poema "Comunhão com a noite" está entre os cinquenta (50) poemas finalistas no II Concurso de poesias 20 de outubro "Regina de Souza Marques Almeida", promovido pela ALAMI - Academia de Letras, Artes e Música de Ituiutaba - MG.
Conheça meu poema:

  Comunhão com a noite

Brigo com o sono
Quase sempre ele vence
Mas quando eu componho
O sono se torna ausente.

Quando o sono não vem
E me trata com desdém
Sento-me e componho
O que faz me sentir bem.

As estrelas me acompanham
Nesta jornada incessante
Busco forças no meu íntimo
Para que a energia não se esgote.

O sono me atormenta
Pesam as minhas pálpebras
Mas eu o trato com descaso
Se a hora não é sua.

Entro em comunhão com a noite
Para escrever minhas poesias
Para que elas não me atormentem
Até o raiar do dia.

Escrever poesias é assim
Sem hora e nem nexo
A noite habita em mim...
O dia é muito complexo!

Karina Aldrighis

sábado, 13 de agosto de 2011

Novidade!


Acabo de ter a feliz notícia:
minha poesia "Alma de Mãe" foi selecionada no Concurso de Poesias
Cassiano Ricardo Univap 2010 (São José dos Campos),
e fará parte da Antologia de mesmo nome.
Segue abaixo a Poesia premiada.
Espero que gostem!


Alma de mãe

Tenho dois corações

Batendo em mim, existentes

Um, em meu peito,

Outro, em meu ventre

Um em formação,

O outro experiente

De muitas emoções vividas

Mas de todas, sobrevivente.

Um, já calejado, vivido

E outro, um tanto eloqüente

A espera do momento oportuno

Em que nutrirá outro ente

Vindo de uma alma de mãe

Germinando de uma semente

Um pedaço especial de mim

Que trago ao mundo como presente

Uma entrega especial à vida

Celebrando toda uma existência.

Karina Aldrighis

domingo, 12 de dezembro de 2010

Fim de noite

* Poesia vencedora em 9º lugar na categoria Poesia do Concurso Literário de Suzano e lançada na Revista Trajetória Literária VI


A lua adoece,

O tempo esfriou,

O dia anoitece,

O Sol descansou.


As nuvens recobrem

A abobada celeste

As estrelas cobertas

Quase desaparecem.


Vento brando,

Porém gelado,

Frio de inverno

Calor afastado.


Noite escura,

Sem Lua, sem luz

Tempo fechado,

Que não me seduz.


Noites românticas,

Ah! Que saudades!

Noites quentes, na

Calada da madrugada.


Agora é assim,

Sem luz, sem paixão.

Tempos que foram,

Agora, desilusão.


Karina Aldrighis

domingo, 1 de agosto de 2010

Folhas ao vento...

* Poesia selecionada para participar da Antologia Poética Cassiano Ricardo Univap 2008

O vento vai passando,
E a todos tocando
E assim conseguindo levar
Pedaços de uma vida...

Eta vento pirilampo!
Que quando foi passando
Conseguiu arrancar aquela folha
Que lutava por mais um dia!

Já meio amarelada
No meio daquele galho seco
Tentava reunir forças
Da pouca seiva que a nutria.

E em meio a rajadas de vento
No bailar do movimento
Sentiu quando a água a abraçou
Na poça que a acolhia.

Assim viveu mais um dia
E pôde compartilhar da alegria
De sentir o pousar de outras folhas
Naquelas águas cristalinas.

Assim não se sentiu mais sozinha
Podendo gozar da companhia
De outras folhas arrancadas
Pelas forças do vento...
Karina Aldrighis
*Poesia declamada no 45º Sarau da Confraria do Coreto,
que acontece todas as sextas-feiras à partir das 19 hs
no Centro Cultural Municipal em Taubaté /SP.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Perspectiva de vida



*Poesia selecionada para Antologia Poética
Cassiano Ricardo Univap 2007












No mundo subterrâneo
Da minha consciência
Relembro os meus sonhos.
Penso.

São sonhos da infância
Sonhos da adolescência
Sonhos que há tempos sonho.
Vejo.

Será que os realizarei?
Será que os concluirei?
Ou nunca passarão de sonhos?
Sinto.

Vontade de ser feliz,
Vontade de conseguir
realizar o meu grande
Sonho.

Karina Aldrighis

sábado, 19 de setembro de 2009

Calor Ardente



* Poesia selecionada para Antologia Sensualidade em Prosa e Verso da Editora CBJE








Calor ardente
Calor caliente
Que me consome
Que me ascende.

Calor ardente
Inconsequente
Que me revela
Mulher carente.

Calor que rubra
E me insulta
E me apavora
Atormenta a mente.

Calor que clama
E que me chama
A cometer
Coisas ardentes.

Karina Aldrighis

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Noites Quentes





* Poesia selecionada para Antologia de Poetas Brasileiros Contemporâneos 43 e Panorama Literário Brasileiro 2008/2009 - Editora CBJE







Noite de céu iluminado
Oceano inundado de estrelas
Fragmentos de diamante lapidado

Contrastando com a cor forte e negra.

Noite límpida e clara
Nenhuma nuvem presente.
Famosas noites de verão:
Ventos fracos, clima quente.

A Lua,com seus raios cor de prata
Se destaca no azul-preto consistente
Ela reina plena e absoluta
Com seu reflexo marcante e envolvente.

São noites mágicas e raras
Momentos que marcam profundamente
Seja por simples beleza
Seja por emoções conseqüentes.

Karina Aldrighis