quarta-feira, 12 de maio de 2010

Indiviso

Na esperança entrei
Com passadas largas
Em amor estreito
Efêmero, espaçado...

Desconsolado, parti
Sem bagagem,
De pés nus
Na longa estrada...

Peregrinar tamanho,
E eu, misterioso e oculto,
Anônimo, indiviso, só, a andar...
Ninguém com quem me partilhar.

Lóla Prata

2 comentários:

  1. Amigos poetas blogueiros, parabéns por utilizarem a internet como forma de dividir com o mundo o seu pensar, o seu compreender, desempenhando a missão do poeta que é se afirmar como ser humano, sobretudo perante si mesmo, captar os arquétipos coletivos de sua época e princípios universais, permitindo após compreender-se ou não compreender-se, que pela sua obra os da sua época tenham referência alternativa para fazer a leitura do mundo e as gerações posteriores entenderem a própria história da humanidade. Tudo temperado pelo sonho, pela sensibilidade e pela utopia. PASSOU A ÉPOCA DE ESCREVERMOS E GUARDAR NA GAVETA NOSSAS CRIAÇÕES DEPOIS DOS MAIS PRÓXIMOS FINGIREM TER LIDO PARA NOS AGRADAR. Através do meu blog quero aprensentar-lhes a video-poesia, que usa várias linguagens de uma só feita, a serviço do texto. Se gostar divulgue e compartilhe com os seus contatos. Acessar em:

    www.valdecyalves.blogspot.com

    ResponderExcluir
  2. Olá poeta Valdecy, esteja a vontade para usar e ousar em meu espaço!Abraços

    ResponderExcluir